A 7a arte

Hoje eu quero falar de cinema, outra das minhas “felicidades”.

É gostoso ver um filme em casa, no seu próprio sofá, embaixo do cobertor. Mas eu ainda prefiro ir ao cinema.

Tem algo de mágico em sentar no escuro, com aquela tela gigante, que faz você esquecer do mundo real e focar na história na tela (a não ser que você tenha um “vizinho de cadeira” chato, que fale alto ou mastigue pipoca sem parar).

Ao assistir “Lisbela e o Prisioneiro”, nos idos de 2003, ouvi a mocinha da história narrar o que eu sinto ao ir no cinema:

Eu adoro esta parte. A luz vai se apagando devargazinho, o mundo lá de fora vai se apagando devagarzinho, os olhos da gente vão se abrindo, daqui a pouco a gente não vai mais nem se lembrar que está aqui. (…)  A graça não é saber o que acontece, é saber como acontece e quando acontece. A gente vai conhecer um monte de pessoas novas, um monte de problemas que a gente não pode resolver, que só eles podem.  Vamos ver como. E quando.”

E se você ainda não viu o filme, está perdendo 2 horas de comédia, romance, poesia… Se isto não bastar para convencer, tem Marcos Nanini, Selton Mello e Debora Falabella.

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