“Os magos”

Quando acabei os livros do Harry Potter, me senti órfã. Quem é fã vai me entender! Deu um baita vazio…

Na contracapa do livro “Os magos”, de Lev Grossman, um comentário me chamou a atenção: “Os Magos está para Harry Potter como uma dose de uísque puto malte está para uma xícara de chá”(George R. R. Martin). Comprei o livro na hora.

 

 

A minha impressão foi essa mesma, de que era um Harry Potter exclusivamente para adultos. Há muitos momentos depressivos e outros impróprios para crianças.

Quentin, o personagem principal, descobre que existe um mundo paralelo, onde ensinam magia para quem passa num teste maluco. Ele é aceito e acaba descobrindo que esta escola/faculdade faz muito mais sentido para ele que a vida que levava no “mundo normal”.

No começo eu achei parecido com o Harry Potter e depois veio toda a carga pesada, que me mostrou que não era Hogwarts.

Tive que ajustar minhas expectativas.

E quando me desprendi da vontade de ter um novo Harry Potter em mãos, passei a aproveitar o livro e a história inteligentemente construída.

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