O azar venceu a sorte…

Que sorte! Encontrei dois livros que pareciam ótimos e os comprei.

Que sorte! Achei vaga numa abarrotada rua paulistana.

Estaciono o carro. Abro a porta. Puxo meu casaco do banco. O casaco traz junto os livros, que caem na sarjeta.

Que azar… tinha água na sarjeta.

Que azar… a água estava cheia de lodo.

Livros imundos de lama. Não tem solução. Não se pode lê-los, dá-los, doá-los, limpá-los.

Dó de jogar no lixo.

Que azar!

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