“A mulher do viajante no tempo”

Você gostaria de viajar no tempo?

E se você não tivesse controle sobre quando e para onde no tempo você viaja, a sua resposta seria a mesma?

Um dos livros mais instigantes que li nos últimos anos foi “A mulher do viajante no tempo”, de Audrey Niffenegger. Ele é bonito, triste, engraçado, diferente.

Conta a história de Henry, detentor de uma mutação genética que o faz viajar no tempo. O que seria algo desejado por muitas pessoas é, na verdade, problemático, já que ele não tem controle sobre quando a viagem vai acontecer e nem sabe para que momento de sua vida ele vai “se mudar” temporariamente.

O que torna o livro viciante é a curiosidade sobre como Henry vai desenvolver seu relacionamento amoroso com Clare, para quem o passar do tempo se dá de forma progressiva e previsível. Uma hora eles podem se encontrar e ela ter 18 anos e ele 40; noutro momento, ela tem 35 e passa dias sem saber onde ele está, já que ele viajou para algum outro momento no tempo, em que ela tem 50, por exemplo.

Às vezes dá um nó na cabeça essas questões de espaço-tempo, mas no fundo o que a gente quer saber mesmo é como a vida deles vai se desenrolar, nesse vai-e-volta-e-pula-para-frente.

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4 comentários

  1. Eu assisti a um filme assim, será que era adaptação do livro? Se minha memória não falha, o nome da personagem principal era Clare também… Vou ler!

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