Steve Jobs

Encontrei-me com uma das minhas melhores amigas da época de colégio, que eu não via há 15 anos. Foi incrível ver como o papo continuava a fluir naturalmente, ainda que não estivéssemos atualizadas na vida uma da outra.

No meio do jantar, alguém mandou para ela uma mensagem contando sobre a morte do Steve Jobbs. Bateu uma tristezinha. Por outro lado, reforçou a minha alegria de ter reencontrado uma pessoa que foi tão importante na minha vida e que continua muito querida.

Chegando em casa, vi vários recados no facebook prestando um tributo para o Steve Jobs. Até meu marido disse estar triste com a morte dele.

O que nos faz nos comover com a morte de alguém que nem conhecemos pessoalmente? É pelas possíveis inovações que não tiveram chance de acontecer? 

É por que algo que ele falou em seus discursos tenha nos tocado de tal forma que nos sentimos próximo dele?

É por que a gente é lembrado de que a vida é finita, até mesmo para quem parece ser feito de uma matéria intelectual superior?

Eu não sei a resposta. O que não deixou de me impressionar com o sentimento geral de lamento que tomou conta da Rede, que reforça a tese de que uma pessoa sozinha pode, sim, fazer diferença.

Seja alguém importante para toda a Humanidade, seja alguém importante só para você e uns poucos.

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4 comentários

  1. Do monte de comentários que apareceram por aí, este foi o que mais gostei: “Dear God, don’t get us fired, give our Jobs back!”

  2. Comentei hoje de manhã que grandes inteligências existem no mundo todo, mas acredito que nos EUA elas conseguem “aparecer” mais e melhor pois eles realmente dão condições verdadeiras para que estas mentes se desenvolvam. E olha que não sou nada “americanófola”…

  3. Preciso confessar que não aguento mais tantas manifestações de tristeza pela morte dele no Facebook. Ok, ele era um gênio. Ok, ele criou muita coisa legal. Mas, sinceramente, não consegui ficar triste porque ele morreu. Fico chateada pela perda, por uma pessoa tão jovem morrer por causa dessa doença maldita, mas triste… não! Será que sou um monstro insensível?

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