“E no final, a morte”

Em comemoração ao 121° aniversário de Agatha Christie (15/set), resolvi ler mais um livro dela.

O escolhido foi a único que não é passado no século XX. Ao contrário de seus outros livros, Agatha resolveu ambientar este mistério no Egito antigo. Junto com o clima de “quem é o assassino?”, a autora usa seus conhecimentos (seu segundo marido era arqueólogo) para traçar o dia-a-dia de uma família rica no Egito, demonstrando seus costumes e modo de viver.

O começo é um pouco devagar, tendendo a uma descrição histórica da época. Depois da primeira morte, a história engrena.

Renisenb fica viúva e volta a morar com seu pai, irmãos, cunhadas e sobrinhos. Ao mesmo tempo, seu pai retorna à casa com uma concubina, Nofret, que passa a criar intrigas no seio familiar. Quando Nofret aparece morta, a dinâmica familiar muda. Outras mortes se seguem, atiçando a crença de que estas são parte de uma vingança sobrenatural. No entanto, alguns dos membros da família acreditam que as mortes se deram por mãos humanas…

O final me surpreendeu!

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3 comentários

  1. OI Júlia! EU já li quase todos os livros da Agatha Christie quando era pequena, acredita que o primeiro eu tinha uns 7 ou 8 anos, logo depois de eu aprender a ler, era o 100 gramas de centeio… Enfim, li um monte de livros dela, mas esse não, fiquei até com vontade, ahahahahaha! bj, Clarice

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