“Eu sei o que você está pensando”

Livro policial não é “tudo a mesma coisa“.

Mesmo para quem já leu dezenas de livros do gênero, ainda há histórias que surpreendem pela originalidade, como é o caso do livro de estreia de John Verdon.

Mark Mellery tornou-se um guru da auto-ajuda, depois quase se afundar na bebida. O passado, porém, parece que voltou para atormentá-lo, na forma de um bilhete anônimo de alguém que alega conhecer seus segredos. E faz prova disso ao propor um enigma: o receptor da carta deve pensar, aleatoriamente, num número de 1 a 1.000. Deve, em seguida, abrir um outro envelope, que veio junto com a carta principal. Eis o susto: neste envelope menor está escrito justamente o número que Mark imaginou.

Mark procura ajuda, então, de um antigo colega de faculdade, David Gurney, policial aposentado. David é um gênio do raciocínio lógico e não acredita em acontecimentos sobrenaturais ou extra-sensoriais. Parece, então,  ter encontrado um rival à altura.

Vários acontecimentos aparentemente desconexos e sem fundo lógico deixam o leitor perplexo. A curiosidade vai se atiçando conforme pequenos pedaços do quebra-cabeça são desvendados. Ao acabar o livro, percebi que eu estava com o rosto congelado numa expressão de “o que será que isso significa?”.

 

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