Ingênuo não significa bobo

Na minha humilde opinião, Selton Mello é o melhor ator brasileiro. Muito por causa dele fui assistir a seu novo filme, “O palhaço”.

Selton Mello faz a dobradinha ator-diretor e se sai bem. Se o cinema nacional, em geral, não me atrai, esse é um filme que vale a pena ser visto. Um filme lento, sim, mas ingênuo (no bom sentido), onírico, com uma estética linda. Nada é apelativo. Encontramos pessoas com vidas sem graça ou repetitivas, mas que escondem em si a fagulha da esperança de algo melhor.

O foco principal é a busca do palhaço Pangaré por sua real identidade. Nascido no circo, a única vida que conhece é a da trupe mambembe, que viaja pelo interior do país (me parece que no interior de Minas Gerais). Diverte o público em suas apresentações com seu pai, também palhaço, mas ninguém o faz rir. E dessa necessidade – tardia, diga-se – de se conhecer, Pangaré decide abandonar o circo.

 

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