“O diário de Anne Frank”

Existem alguns livros que tem o poder de comover não só você, mas toda uma geração. Ou gerações. Quem nunca ouviu falar do diário da menina judia de 13 anos, que viveu durante quase 2 anos escondida no sotão da casa de um holandês, durante a II Guerra Mundial?

O que mais me marcou no livro não foi a circunstância terrível da guerra, o bom coração e coragem daquele que escondeu a família de Anne ou o triste fim que a aguardava. Foi a capacidade do ser humano de se adpatar às situações mais adversas e criar uma rotina em plena desesperança.

Uma menina refugiada que conheceu tão pouco da vida não poderia prever que seus registros pessoais fossem ser lidos em todo o globo e celebrados por personalidades importantes como Nelson Mandela e Eleanor Rossevelt.

Mais do que nos entristecer pelas brutalidades cometidas, o relato sincero, cotidiano, pueril e fascinante de Anne Frank merece ser visto como uma afirmação da esperança como uma das características mais notável da espécie humana.

PS: Se alguém visitar Amsterdam, não perca a chance de conhecer a casa onde Anne Frank viveu (agora um museu). É emocionante ver com nossos próprios olhos um local onde se fez História…

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3 comentários

  1. Esse livro marcou DEMAIS minha adolescência. Deu vontade de ler outra vez, com uma visão “adulta” da coisa… vou buscar o meu na estante!

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