Olá, prazer, meu nome é…

Com um explicável e ao mesmo tempo injustificável atraso, enviei a resposta para minha nova amiga por correspondência. É a primeira carta que eu envio para a Heather.

O que contar para uma pessoa que você nunca viu? Dados básicos, como num formulário? Últimos acontecimentos, fora de contexto? Meus projetos? Meus problemas? Meus sonhos? O quanto se abrir para alguém que não está na sua frente, olho no olho???

Meu limite era uma folha de papel de carta rosa claro (sim!), frente e verso. Obviamente, não foi uma carta como a que eu enviaria para um amigo, que me conhece, sabe coisas importantes sobre mim. Também não foi uma carta-currículo, afinal das contas ela não precisa saber meus pontos fortes para querer ser minha amiga, certo?

amiga por correspondencia

No fim, a carta foi um misto de “oi, prazer, meu nome é…” com alguns toques pessoais, para que deixemos de ser estranhas. Como eu já sabia, não fiz grande revelações sobre mim mesma – sou reservada logo que conheço alguém. Livro aberto só aquele que estou lendo…

Quem sabe, com o tempo e constância entre nossas cartas, eu descubra mais alguém com quem eu possa dividir meus pensamentos?

Veremos.

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