Plebiscito, política e publicidade

Se eu não tive uma boa experiência com o filme que assisti no final de semana, tive uma surpreendente satisfação com o filme chileno “No”.

A filmagem podrinha, como se tivesse sido feita nos anos 80, desanima no começo. É só questão de se acostumar e aproveitar a excelente história da campanha política pelo “não” no plebiscito ocorrido no Chile, em 1988.

Depois de 15 anos de ditadura, Pinochet cedeu às pressões internacionais e convocou uma votação nacional em que os cidadãos decidiriam se ele continuaria no poder ou não. O ditador e seus aliados não estavam muito preocupados com o resultado, mas os opositores resolveram preencher o espaço que lhes foi finalmente aberto.

Fonte 1

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No filme, acompanhamos a contratação do publicitário vivido por Gael García Bernal (que, viva!, largou as bobas comédias românticas americanas e voltou ao que sabe fazer bem). Os 17 partidos da oposição precisavam encontrar uma linguagem comum e que convencesse os indecisos a votar pelo “não” (“no”).

Valendo-se de truques de publicidade, a campanha do “não” começa a incomodar os poderosos, que não acreditavam na força dos jingles leves.

Um filme que envolve e também serve ao propósito de conhecermos a história de nossos vizinhos.

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