Parece, mas não é

 

Fonte 1

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“Um dia perfeito para casar” começa com ares de Downton Abbey em 10 anos. Uma bonita casa inglesa na década de 30, roupas lindamente costuradas para cada corpo, paisagem do charmoso verde britânico. A empolgação foi crescendo.

Um dia na vida de Dolly, que vai se casar. Ela se arruma demoradamente, enquanto os convidados vão chegando, com as picuinhas e confusões típicas de uma família. Junto com os parentes, aparece Joseph, com quem Dolly teve um ardente (para a época) romance no verão passada – e que não é o noivo neste grande dia.

Tudo vai bem até nada mais ir bem. Explico-me: a tensão cresce numa direção e não se concretiza. Os personagens acabam sem rumo, sem conteúdo, como se jogados num primeiro ensaio. Ah, como eu queria que o filme fizesse jus ao que prometia. E que não tivessem colocado Elizabeth McGovern em um papel tão abaixo de sua capacidade. Ainda assim, o visual foi suficiente para eu me distrair por 92 minutos.

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