Banquete visual

Com todas as revistas falando de “O grande Gatsby”, na nova versão de Bar Luhrmann; coleção de jóias da Tiffany inspirada na estética do filme; blogueiros comentando sobre o livro… eu aguardava ansiosamente pela estreia do filme nos cinemas nacionais. Depois de uma tentativa frustrada pelo maior congestionamento dos últimos anos em São Paulo, finalmente sentei-me na cadeira do cinema para assistir a um dos filmes mais aguardados do ano.

Como eu não li o clássico norte-americano e evitei ler resenhas, não possuía nenhum tipo de expectativa, salvo o de que o filme fosse visualmente bonito como “Moulin Rouge”, outro filme do diretor. E nesse aspecto, não só “O grande Gatsby” cumpre o prometido, como inebria a visão. Tomadas aéreas magníficas; figurino de morrer de lindo; explosão de cores, texturas e detalhes… é de tirar o fôlego!

Fonte: site O Globo

Fonte: site O Globo

A história em si não me empolgou muito. Em meio aos excessos dos anos 20, acompanhamos Nick Carraway, envolvido na rede que Jay Gatsby, milionário de passado misterioso, tece para reconquistar Daisy, agora casada. Leonardo diCaprio e Carey Mulligan são ótimos atores cuja junção não funcionou bem. Para que você acredite na obsessão de Gatsby pela frágil mocinha, você tem que sentir a paixão recolhida e o casal não me convenceu 100%. Além disso, Tobey Maguire tem aquela carinha de sonso que eu implico…

Independentemente da trama não ter especialmente me tocado, o filme me agradou bastante pelos outros motivos que citei acima: o maravilhoso excesso de glamour e trilha sonora moderna (que achei que combinou com o filme, apesar da implicância de muitos) que seduzem os sentidos.

Agora só me faltam as jóias Tiffany…rs

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3 comentários

  1. Li o livro e fiquei apaixonada pela forma como o Fitzgerald se expressa (foi a primeira obra dele que li). Agora estou ansiosa pra ver o filme, por culpa do Leonardo também, vai… Assumo! 😛 Já li algumas críticas e, olha, nenhuma concorda com a outra – uns acharam bonito, mas fora do ritmo do livro, outros não gostaram nenhum pouco, tem também aqueles que criticam o diretor por ter perdido a oportunidade de ilustrar melhor as entrelinhas e o clima do livro… Enfim, vou ter que ver com os meus próprios olhos!

  2. Esse é realmente o tipo de filme com críticas bem variadas. Acho que quanto menos expectativa o espectador tiver, mais gostará. Eu já tinha visto outra adaptação e lido o livro, então estava bem receosa. Gostei da nova versão, embora não consiga engolir a trilha sonora. Uma foto do Tobey Maguire deveria ilustrar o verbete “sonso”, né? Mas acho que a carinha de bobo dele foi perfeita para o Nick. Sempre imaginei ele bem sem sal enquanto lia. Já a relação do Gatsby com a Daisy… para mim, não é bem paixão. É obsessão. Ele perdeu a amada por ser um Zé Ninguém, fez de tudo para enriquecer e tentar conquistá-la dessa forma. Tenho pena dele.
    bjo

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