“O tango da velha guarda”

Rolou uma vergonha. Imensa. De ter largado logo no começo. Eu devia ler o livro. Adulto, bem escrito, emprestado pela prima da minha mãe com carinho. Ótimas críticas. Uma chance de ler parágrafos construídos com cuidado.

Ainda assim…

Não consegui ler “O tango da velha guarda”, de Arturo Pérez-Reverte. Abandonei logo no começo. Nem o texto bem escrito me deteve. Numa fase de bem pouco tempo livre para meus hobbies, eu decidi que não queria gastá-lo com um livro que não tivesse me cativado de cara.

Por mais contraditório que seja, se me perguntassem, eu recomendaria o livro. Para quem tem tempo de se acostumar com frases longas e dar tempo de conhecer os personagens, parece-me que vale a pena acompanhar Max Costa, dançarino ambicioso; Armando de Troeye, compositor de tango e Mecha Inzunza, sua bela e elegante esposa.

E vocês, costumam largar um livro no meio? Como se sentem?

Foto por Júlia A. O.

Foto por Júlia A. O.

Para saber mais, leia a resenha do Estadão

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5 comentários

  1. É difícil eu abandonar um livro, mas se eu achar que não está fluindo, deixo de lado. Às vezes é só um “até logo”. Só dou “adeus!” se estiver realmente me irritando.
    bjo

  2. antes de largar, eu pulo páginas, fuço aqui e ali, até leio o final se for o caso, aí largo, mas depois volto. às vezes, demoro anos pra voltar, mas sempre volto.

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