“Tell the wolves I´m home”

Os anos 80 viram a AIDS virar uma pandemia e causar milhões de morte. Ainda não se sabia bem como ocorria o contágio, o que gerava preconceito, medo, solidão. É neste cenário que June, de catorze anos, tenta aproveitar os últimos momentos de vida de seu tio Finn.

Ele é um pintor reconhecido e convenceu a irmã a trazer as sobrinhas a sua casa todo domingo, para que ele faça um retrato das meninas. A irmã de June parece odiar esse programa, sendo má com June sempre que as duas conversam. June, por outro lado, adora estes encontros, já que tem adoração por Finn, que é seu padrinho e melhor amigo.

Ao perder Finn, ela perde seu único amigo. Até que conhece o “amigo especial” de seu tio, em quem vê a chance de extrair mais memórias sobre Finn. Só que sua mãe não quer que June tenha qualquer contato com ele.

Foto por Júlia A. O. Que ilustração maravilhosa na capa!!

Foto por Júlia A. O.
Que ilustração maravilhosa na capa!!

“Tell the wolves I´m home”, de Carol Rifka Brunt, é triste, triste, triste. Uma história tocante sobre sentimentos confusos, amor, brigas familiares, chances perdidas.

Meu problema com a leitura foi que eu não estava no clima para tristeza – e ainda que haja passagens de esperança na história, no fim fica um gosto amargo na boca. Ou talvez o problema seja porque eu ando emotiva além da conta…

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