“As redes da ilusão”

Mianmar. É só alguém comentar que viajou para lá ou conhece alguém que foi à antiga Birmânia, que eu congelo. Sou louca pelos países orientais, tanto que já me aventurei pela China, Butão, Nepal e Índia. E quero conhecer muito mais. Só mno tenho coragem de conhecer aquele mencionado país localizado no sudeste asiático.

A culpada pelo meu medo é Amy Tan.

Tirado do site do Ponto Frio

Tirado do site do Ponto Frio

Em “As redes de ilusão” (Ed. Rocco), a escritora sino-americana conta a história de uma expedição pelo Mianmar por dois enfoques: um da guia Bibi Chen e outro do grupo de norte-americanos. A especialista em antiguidades Bibi morre antes de começar a viagem e como um fantasma que não se desprendeu da Terra, vai recordando sua vida. Já o grupo de turistas decide fazer a viagem mesmo assim, contratando guias locais para “seguir os passos de Buda”.

O passeio começa na China e o leitor vai conhecendo o eclético grupo. Tudo vai relativamente bem até osamericanos desaparecerem nas florestas de Mianmar. Não vou contar como isso acontece, para manter o suspense sobre uma das partes mais tensas do livro. O que eu posso dizer é, ainda que seja uma história ficcional, eu tenho medo mesmo após anos de ter lido a última frase… E o livro não é de terror.

A história segue interessante até o meio, então torna-se maçante, voltando a um bom ritmo perto do final.

Se alguém foi ao Mianmar, me conte nos comentários!

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