Perfeito!

Ao ler estas palavras, pareciam que elas tinha saído da minha cabeça. Ou melhor, do meu coração:

Um bom livro, Marcus, não se mede somente pelas últimas palavras, e sim pelo efeito coletivo de todas as palavras que as precederam. Cerca de meio segundo após terminar o seu livro e ler a última palavra, o leitor deve se sentir invadido por uma sensação avassaladora. Por um instante fugaz, ele não deve pensar senão em tudo que acabou de ler, admirar a capa e sorrir, com uma ponta de tristeza pela saudade que sentirá de todos os personagens. Um bom livro, Marcus, é um livro que lamentamos ter terminado.” (“A verdade sobre o caso Harry Quebert”, Joël Dicker, Ed. Intrínseca, pág. 563)

Perfeito. Emocionante. É assim que me sinto. E é assim que me senti com este livro. Logo falo dele. Mas já recomendo: leiam. Já.

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