“Nadando de volta para casa”

O inferno astral me perseguiu até nos livros!

O que começou como uma boa indicação de uma revista feminina (acho que era Cláudia) terminou como um triste abandono de leitura.

Foto por Júlia A. O.

Foto por Júlia A. O.

“Nadando de volta para casa”, de Deborah Levy (Ed. Rocco), é um livro de diminutivos. Poucas páginas (pouco mais de 150). Capítulos curtos. Economia de palavras. Sem gracinha.

Joe, sua esposa Isabel, a filha Nina e mais um casal de amigos aluga uma casa de verão na França. Ao chegarem, deparam-se com uma moça nua na piscina. Kitty, ao invés de ser escurraçada, é convidada por Isabel para ficar no quatro extra. Mas Kitty não estava lá por acaso: é fã do poeta Joe e quer lhe mostrar um conto que escreveu.

O que poderia ser uma interessante história de infidelidade, descobertas da adolescência, casamento, é um aborrecimento. A narrativa não tem graça. Falta graça aos personagens ao ponto de seus destinos não me importarem. Ao ponto de eu abandonar a leitura! E olha que o livro é curto, eu poderia ter insistido. Mas não.  Simplesmente não dava.

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