Darín, produto argentino de exportação

Tudo mundo que eu conheço e que gosta de cinema argentino se pergunta se existe algum outro ator no país além de Ricardo Darín. Com certeza, há – imagino que somente chegue nas grandes redes de cinema brasileiras os filmes em que ele estrela, por ser conhecido do público. Não tem problema. Acho-o incríivel!

Recentemente assisti a dois filmes dele que, se não gostei particularmente, não deixam de ser boas interpretações do argentino.

relatos selvagensNo cinema, foi “Relatos selvagens”, que concorre ao Oscar 2015 de melhor filme estrangeiro. Não nego que é um filme intenso. Só que até agora não sei dizer se gostei. São seis histórias em que a violência é o principal ingrediente. São pautadas pela vingança. E pela perda de controle da racionalidade. O que o torna difícil de digerir é essa violência até as últimas consequencias, como os dois homens que se desentendem no trânsito e cuja vingança mútua vai escalando a níveis horripilantes.

setimoJá “Sétimo” foca em um suspense com uma carinha norte-americana, diferente do que se costuma encontrar no cinema argentino. O filme vai bem até o final, que consegue estragar toda “boa” tensão que você compartilha com o pai de duas crianças que somem enquanto descem a escada do prédio ao mesmo tempo em que o pai (Darin) desce pelo elevador.

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