Selvagem/livre

Você não sabe de algo que “vai pegar” até que você encontra a tal coisa (filme/música/livro/moda) em todo lugar. Começou como uma indicação para um presente de Natal: o livro “Livre”, de Cheryl Strayed. Então venho o filme. E as críticas positivas à atuação da um tanto bobinha Reese Whiterspoon. E então eu tinha de inserir o filme na lista gigantes de boas novidades cinematográficas da época do Oscar.

Por motivos de logística, horários e conjunção dos astros, ele foi a escolha do final de semana.

E valeu?

Não é, uau, um filmaço, mas vale sim. Cheryl é uma pessoa “da vida real” que entrou numa espiral de drogas e sexo casual e, como forma de se “limpar”, decidiu andar mais de 4.000 kilômetros em uma difícil trilha que cruza a Califórnia, Oregon e outros estados norte-americanos.

livre

Até entendo a necessidade de algo desafiador do ponto de vista físico e emocional para ajudar a pessoa a sair do círculo vicioso de sua rotina destruidora e ter perspectiva. Só que eu escolheria outro método que não uma trilha sozinha! Só conseguia listas os riscos: homens mal-intecionados, animais, falta d´água, quedas… em conclusão: sou medrosa!

Por óbvio que sendo um filme de superação, tem um pouco de bláblá de autoajuda. O que não estraga a diversão das 2 horas na frente da tela e a reflexão de até onde eu iria para me reinventar.

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