Perolazinha

Há filmes que são verdadeiras perolazinhas, não? “Uma viagem extraordinária” é um desses achados.

t s spivetT. S. Spivet é um garoto de 12 anos que vive em um ambiente incomum. Mora numa propriedade rural no interior de Montana, EUA, com sua peculiar família. Seu pai é um caubói bem calado. Sua mãe, uma cientista. Sua irmã mais velha, uma típica aborrecente. Seu irmão, seu melhor amigo. E ele, um gênio, que ganha um prêmio de uma valorosa instituição que não sabe da real identidade do vencedor.

O menino decide ir para Washington receber o prêmio pelo seu invento, sem avisar seus pais. Ele se sente culpado pela morte do irmão gêmeo e o ambiente familiar não está dos mais acolhedores desde a tragédia. Ele empreende uma grande aventura desde o rancho até a capital norte-americana.

O colorido do filme é mágico e lúdico. A trama tem um quê de surreal, bem ao estilo do diretor Jean-Pierre Jenunet (do meu amado “O fabuloso destino de Amelie Poulain”). Os personagens podem não ter muita profundidade, o que é compensado por diálogos saborosos e cenários de encher os olhos. Um filme muito criativo!

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