Dama de ouro

Um dos grandes motivos pelos quais eu amo tanto viajar é que o que eu aprendo permanece comigo. Quando o que eu vi ou vivenciei é novamente colocado diante de mim na forma de um livro ou um filme, a curiosidade revive, as lembranças retorna, outras lembranças correlatas assaltam minha mente…

Ao assistir ao filme “A dama dourada”, eu fui presentada não só com uma bela história – minha memória deliciou-se ao passear de novo por Viena, apreciar as obras de Klimt no museu Belvedere e se deslumbrar com o retrato de Adele Bloch-Bauer (já em NY).

dama dourada

Helen Mirren é Maria Altman, sobrinha de Adele Bloch-Bauer, uma das sortudas pintadas pelo famoso pintor Gustav Klimt. Maria e sua família levavam uma vida confortável até a invasão nazista na Áustria. As posses da família judia foram saqueadas, em especial as obras de arte, dentre elas o famoso quadro de sua tia Adele.

Décadas mais tarde, Maria decide reaver o quadro roubado, agora em exposição no Belvedere (museu em Viena?). Para isso, contrata um advogado que a auxilia a processar o governo austríaco. É uma história verídica e emocionante.

Ainda que o filme não fuja de algumas frases de clichês irritantes, há outras cenas tão poderosas que eu não consegui disfarçar as lagriminhas que teimaram em descer por minha bochecha.

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