“A origem”

Quando a gente gosta muito de um autor, sente um frisson ao dar de cara com um novo livro dele(a). Quer novamente sentir as mesmas emoções que a história anterior provocou. Só que se a fórmula se repete, se repete e se repete, sem nada novo, não há amor que resista.

Foi o que aconteceu comigo e Dan Brown.

Depois de ler “O Código da Vinci” eu quis repetir a dose inúmeras vezes. “O Símbolo perdido” consegue chegar perto. Os outros são diversões bacaninhas. “Anjos e demônios” é um tanto bobinho, mas dei um desconto.

E agora com “A origem”… Não tem mais como engolir essa mesma fórmula. Eu não pretendo ler o próximo livro dele, só para preservar o tanto que eu gostei d´”O Código da Vinci” e “O Símbolo perdido”…!

origem

Para quem quiser saber do que se trata: professor de simbologia Langdon é convidado por seu ex-aluno, o brilhante e controverso, Edmond Kirsch, para assistir a uma palestra na Espanha. Neste evento, o futurólogo (?) revelará as respostas às maiores indagações da humanidade “de onde viemos?” e “para onde vamos?”.

E lá vem toda a fórmula requentada: linda e inteligente garota se une a Langdon numa corrida contra o tempo e contra um fanático religioso para encontrar respostas para uma intrigante questão científica/filosófica/religiosa, percorrendo lugares interessantes e com carga histórica.

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