“Eleanor Oliphant está muito bem”

“Eleanor Oliphant está muito bem”, de Gail Honeyman, foi um livro que caiu muito bem!

Que me emocionou. Que fez eu não ligar para eventual clichê ou nítida intenção de ser informativo. Que fez com que eu me apegasse aos personagens ao ponto de dar tristeza de me despedir deles ao fim da leitura.

eleanor

No começo do livro, a gente não gosta tanto assim da narradora. Eleanor é estranha e sem amigos, justamente pela falta de traquejo social. O destino não se importa com as características peculiares de Eleanor: joga na sua frente um senhor que passa mal na rua e um colega recém-contratado, que ajuda a salvar o desconhecido.

Eleanor se vê, então, obrigada a conviver minimamente com estas pessoas, o que faz com que a gente conheça mais sobre ela e passe a se afeiçoar. Ao ponto de querer dar um abraço nela quando revelações ruins sobre o passado de Eleanor afloram.

Não vou falar muito da história, pois ela merece ser apreciada aos poucos, com bastante sensibilidade e delicadeza por parte do leitor.

 

 

 

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