“O ano em que disse sim”

A Shonda Rhimes criou um império na televisão americana: Grey´s anatomy, Scandal, How to get away with murder. Ela foi parte na revolução da representatividade no entretenimento norte-americano: seus personagens refletem a vida real no sentido em que há variadas cores, sexualidade, opções de vida (casamento/filhos/carreira).

No entanto, o seu imenso sucesso profissional não se refletia na vida pessoal. Shonda conta em “O ano em que disse sim – como dançar, ficar ao sol e ser sua própria pessoa” que tinha se descuidado da saúde, não achava tempo para as filhas, não tinha vida social e recusava todos os convites que não envolvessem ficar numa sala escrevendo.

Sua irmão mais velha lhe disse algo que ficou reverberando em sua mente: que ela sempre dizia “não”. E então Shonda resolveu dizer “sim” para tudo que lhe desse medo. Com isso, livrou-se de amizades tóxicas, deixou de ser obesa, fez palestras, conseguiu brincar com suas meninas e adotou uma nova postura frente a vida.

sim shonda

Shonda exagera naqueles momentos motivacionais-auto-ajuda-você consegue que tanto me irritam nesse tipo de livro. A linguagem por vezes é coloquial demais para meu gosto e eu torci o nariz.

Só que não dá para não gostar de Shonda! Ela é uma pessoa bem incrível e criou personagens fictícios incríveis também. E mesmo não amando a leitura, eu fiquei ainda mais fã dela.

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