musica

A Adele romena

No youtube para procurar não sei o que me deparo com uma voz linda: Lucía. Uma adolescente romena que tem um quê de Adele. Ainda não tem disco, só algumas músicas em seu canal no youtube e a promessa de lançar um cd este ano. Siiiiimmmm, eu quero ouvir mais!

 

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Teen rock

Avril Lavigne não amadureceu seu estilo musical. E, pelo visto, nem eu, já que adorei o cd novo da canadense.

O álbum “Avril Lavigne”, seu quinto de estúdio, poderia ser o segundo ou o terceiro, já que o título “princesa do punk-pop” continua a lhe pertencer. Músicas pop com toquezinhos de rebeldia contida. Bem como eu gosto.

 

A pequena “passarinha” de novo

Vamos começar a semana com música??

Birdy lançou seu segundo álbum. O primeiro continua meu queridinho, mas “Fire within” também achou um lugar no meu coração.

As músicas passam a ser de autoria da adolescente inglesa. O estilo é um pouco mais eclético que o álbum de estréia e a voz um tantinho mais adulta. Ainda assim, aquele “quê” de voz juvenil que tanto que agradou continua firme e forte. Piano lindamente tocado, voz deliciosa… não precisa de nada mais.

A cantoria dos franceses miseráveis

Filmes musicais são geralmente bem feitos. Ainda assim, eu acho bem mais emocionante assistir à apresentação ao vivo, com os atores/cantores/dançarinos logo ali, sem chances para repetir.

“Os miseráveis”, com a premiada Anne Hathaway, o incrível Hugh Jackman, a linda voz de Amanda Seyfried, Kurt Russel e outros, é extremamente bem executado: cenários, performances, caracterização, fotografia. Um belo – e looooongo – filme.

Fonte 1

Acompanhamos Jean Valjean, trágico personagem principal da obra de Victor Hugo. Condenado por roubar um pão, trabalha forçado por quase duas décadas. Em liberdade condicional, acontecimentos o levam a mudar seu destino, assumir uma nova identidade e viver uma vida bem melhor. Sempre fugindo do obcecado inspetor Javert, o destino coloca em suas mãos a criança Cosette, filha de Fantine. Já crescida, ela se apaixona por Marius, jovem idealista que decide lutar contra o “status quo” de miséria imposta à população.

Um filme comovente. Há de se gostar de musicais, no entanto, pois não é mole ouvir 2 horas e meia de cantoria!

Cantora, modelo, ex-primeira-dama…

Aqui no Brasil, a minha geração está geralmente acostumada a ouvir músicas somente em inglês ou português. Um pouco de espanhol, por causa de Shakira e Maná. Em francês? Raro. Raríssimo, eu diria.

Somente há bem pouco tempo cds com músicas em francês entraram na minha coleção. Um deles é Coeur de pirate, banda canadense da qual já falei aqui. O outro é o da Carla Bruni.

A Carla Bruni é uma daquelas pessoas que conseguem viver mais de uma vida em uma só existência. Já foi modelo, atriz, cantora e, mais recentemente, ex-primeira-dama, ao se casar com Sarkozy. O seu charme permeia todas as facetas que ela já adotou em suas décadas bem-vividas.

Como cantora, não me agradaram todos seus cds. Um, em especial, conquistou meu coração. Quelqu’un m’a dit é de 2002, o que não significa que seja datado. Pelo contrário, as músicas são tão boas, que podem ser companhia de uma vida toda.

Rod y Gab

“Dupla mexicana que toca violão” não é uma descrição que me faça correr para um show. A preguiça de conhecer algo novo foi vencida pela insistência do marido – ainda bem! – que me apresentou a Rodrigo y Gabriela, dois talentosos músicos que fazem música que não se classifica. Aprecia-se e pronto. Dança-se e pronto.

E para provar que não sou só eu que adoro os seus ritmos, o depoimento dos meus companheiros de show:

Letícia: “Férias marcadas, para visitar meus amigos Julia e Cristiano. Um pouco antes de chegar, fico sabendo que eles vão a um show no dia seguinte à minha chegada. Rodrigo e Gabriela, uma dupla mexicana. Nunca tinha ouvido falar neles, mas como costumo gostar do mesmo tipo de música que a Ju, decidi ir junto. Ainda bem! Não sabia o que esperar de uma dupla mexicana, especialmente depois que o Cris – ou foi a Ju? – disse não existir letras para as músicas. Um show sem cantar junto? Estranho, pensei eu. Ledo engano. O show foi excelente. Animado, divertido… Uma música que empolga e contagia e que, de tão boa, realmente não precisa de letras para que cantemos junto. O som faz nosso corpo querer dançar; e isso basta. Resultado? Já comprei o CD deles aqui mesmo para não correr o risco de não achar no Brasil!”

Cristiano: “Desde o primeiro contato com a música da dupla, percebi que era meu estilo. Tocando somente dois violões o som que esta dupla faz sempre me impressionou. Já tinha ouvido a gravação original, versão ao vivo e uma releitura com arranjo cubano, mas não sabia bem o que esperar do show em si, dada a simplicidade de dois violões, sem vocal. Mas não fui contrariado, porque o show, com a mesma simplicidade dos seus instrumentos, consegue transmitir perfeitamente a empolgação da dupla. Foi particularmente interessante ver como a Gabriela, quem de fato dá o ritmo, consegue tirar tão diferentes sons de um violão. Bom demais, e até o próximo show!”

Ficaram curiosos?