folk

A pequena “passarinha” de novo

Vamos começar a semana com música??

Birdy lançou seu segundo álbum. O primeiro continua meu queridinho, mas “Fire within” também achou um lugar no meu coração.

As músicas passam a ser de autoria da adolescente inglesa. O estilo é um pouco mais eclético que o álbum de estréia e a voz um tantinho mais adulta. Ainda assim, aquele “quê” de voz juvenil que tanto que agradou continua firme e forte. Piano lindamente tocado, voz deliciosa… não precisa de nada mais.

Rod y Gab

“Dupla mexicana que toca violão” não é uma descrição que me faça correr para um show. A preguiça de conhecer algo novo foi vencida pela insistência do marido – ainda bem! – que me apresentou a Rodrigo y Gabriela, dois talentosos músicos que fazem música que não se classifica. Aprecia-se e pronto. Dança-se e pronto.

E para provar que não sou só eu que adoro os seus ritmos, o depoimento dos meus companheiros de show:

Letícia: “Férias marcadas, para visitar meus amigos Julia e Cristiano. Um pouco antes de chegar, fico sabendo que eles vão a um show no dia seguinte à minha chegada. Rodrigo e Gabriela, uma dupla mexicana. Nunca tinha ouvido falar neles, mas como costumo gostar do mesmo tipo de música que a Ju, decidi ir junto. Ainda bem! Não sabia o que esperar de uma dupla mexicana, especialmente depois que o Cris – ou foi a Ju? – disse não existir letras para as músicas. Um show sem cantar junto? Estranho, pensei eu. Ledo engano. O show foi excelente. Animado, divertido… Uma música que empolga e contagia e que, de tão boa, realmente não precisa de letras para que cantemos junto. O som faz nosso corpo querer dançar; e isso basta. Resultado? Já comprei o CD deles aqui mesmo para não correr o risco de não achar no Brasil!”

Cristiano: “Desde o primeiro contato com a música da dupla, percebi que era meu estilo. Tocando somente dois violões o som que esta dupla faz sempre me impressionou. Já tinha ouvido a gravação original, versão ao vivo e uma releitura com arranjo cubano, mas não sabia bem o que esperar do show em si, dada a simplicidade de dois violões, sem vocal. Mas não fui contrariado, porque o show, com a mesma simplicidade dos seus instrumentos, consegue transmitir perfeitamente a empolgação da dupla. Foi particularmente interessante ver como a Gabriela, quem de fato dá o ritmo, consegue tirar tão diferentes sons de um violão. Bom demais, e até o próximo show!”

Ficaram curiosos?

 

 

Hippie atual?

A primeira vez que ouvi Alela Diane & the wild divine, juro que tive a sensação de  encontrar um disco perdido dos meus pais. Imaginei um grupinho hippie, numa casa em um bosque qualquer, curtindo o momento e olhando uma bela fogueira.

Quando voltei dos meus delírios, prestei atenção no cd e adorei! Não é o tipo comum de música que me anima, o que demonstra a qualidade da artista de atingir um público mais acostumado com música pop do que folk.

Achei ainda mais graça quando li que os integrantes de sua banda são seu marido e pai!

Se você quer músicas calmas, mas melodiosas, para curtir a natureza ou somente relaxar, que tal conhecer Alela Diane?

Era para adorar, mas não passou do gostar

Eu queria amar a banda. Queria ter descoberto mais um cd incrível, daqueles que eu ouço por anos a fio sem enjoar.

Pena que não foi o que aconteceu.

A novíssima banda americana Sucré é composta de 3 artistas boa-gente e esforçados. Um deles é marido da minha blogueira favorita. A primeira música que eu conheci pareceu-me diáfana, meiga, como uma canção de ninar para adultos. E achei todas as outras seriam assim.

O problema é justamente este. Todas as músicas são iguais. E se “When we were young” é uma música boa, o resto do álbum não é marcante o suficiente para merecer a tecla “replay”.

Só torço para a banda conseguir muitos fãs, porque a história deles é bacana e eu os desejo sucesso!

Música – Ellie Goulding

Ellie Goulding não somente é sensação na Inglaterra ou ganhadora de vários prêmios, como cantou no casamento de Willian e Katherine. Porém, sua maior conquista é não sair do replay do cd do meu carro :o)

A inglesinha tem uma voz infantil, que talvez não agrade a todos. Quem curte uma voz parecida com a da Dido, pode se aventurar. O álbum “Bright lights” tem 17 músicas e todas incríveis. A cantora não é forçada; pelo contrário, parece fazer sua música sem se preocupar com uma “categorização” exata de seu estilo. São músicas diferentes entre si, cada uma com seu tempero e que fazem a gente querer ouvir o cd mais vez.