pop

A Adele romena

No youtube para procurar não sei o que me deparo com uma voz linda: Lucía. Uma adolescente romena que tem um quê de Adele. Ainda não tem disco, só algumas músicas em seu canal no youtube e a promessa de lançar um cd este ano. Siiiiimmmm, eu quero ouvir mais!

 

Teen rock

Avril Lavigne não amadureceu seu estilo musical. E, pelo visto, nem eu, já que adorei o cd novo da canadense.

O álbum “Avril Lavigne”, seu quinto de estúdio, poderia ser o segundo ou o terceiro, já que o título “princesa do punk-pop” continua a lhe pertencer. Músicas pop com toquezinhos de rebeldia contida. Bem como eu gosto.

 

A pequena “passarinha” de novo

Vamos começar a semana com música??

Birdy lançou seu segundo álbum. O primeiro continua meu queridinho, mas “Fire within” também achou um lugar no meu coração.

As músicas passam a ser de autoria da adolescente inglesa. O estilo é um pouco mais eclético que o álbum de estréia e a voz um tantinho mais adulta. Ainda assim, aquele “quê” de voz juvenil que tanto que agradou continua firme e forte. Piano lindamente tocado, voz deliciosa… não precisa de nada mais.

Cantora, modelo, ex-primeira-dama…

Aqui no Brasil, a minha geração está geralmente acostumada a ouvir músicas somente em inglês ou português. Um pouco de espanhol, por causa de Shakira e Maná. Em francês? Raro. Raríssimo, eu diria.

Somente há bem pouco tempo cds com músicas em francês entraram na minha coleção. Um deles é Coeur de pirate, banda canadense da qual já falei aqui. O outro é o da Carla Bruni.

A Carla Bruni é uma daquelas pessoas que conseguem viver mais de uma vida em uma só existência. Já foi modelo, atriz, cantora e, mais recentemente, ex-primeira-dama, ao se casar com Sarkozy. O seu charme permeia todas as facetas que ela já adotou em suas décadas bem-vividas.

Como cantora, não me agradaram todos seus cds. Um, em especial, conquistou meu coração. Quelqu’un m’a dit é de 2002, o que não significa que seja datado. Pelo contrário, as músicas são tão boas, que podem ser companhia de uma vida toda.

Marina e seus diamantes

A cantora galesa Marina Diamandis escolheu bem o seu nome artístico “Marina and the diamonds”. Dá a impressão de ser uma banda, mas é só ela mesma. Com menos de 30 anos, já conta com dois álbuns: “Family jewels” e “Electra heart”.

Suas músicas fazem-nos dançar, cantar o refrão ou até mesmo rir com as caricaturas que ela gosta de desenhar nas letras: a louca por fama, a primadona,…

Eu não adoro os cds por inteiro; o suficiente para decidir comprá-los. Marina and the diamonds é pop, não no estilo “para dançar na balada” e sim no de música que não exige treinamento musical para gostar. Mesmo sendo pop, na melodia você ouve algo de diferente, que eu, leiga em sons, não sei explicar, mas percebo como inovador .

Rostinho meigo e ótimas músicas

Se eu contar como conheci Couer de pirate, nome artístico de Béatrice Martin, vou parecer fútil… a verdade é que eu decidi ouvir ao cd porque a cantora, na foto da capa, era fofa!

Pronto, já tem meia dúzia de vocês fugindo, mas não façam isso!

A canadense está no seu segundo álbum e eu a-d-o-r-o ambos. Mesmo o fato de não entender tudo que ela diz (ela canta em francês) não me impede de cantarolar o que eu consigo repetir. Sua voz é infantil, os arranjos de piano são muito bonitos, as canções dão uma boa sensação.

 

 

Não é antiga!

A primeira vez que eu ouvi “Somebody I used to know” eu pensei que era uma música antiga. Do Sting. Então eu ouvi de novo na rádio uma meia hora depois e achei estranho repetirem uma música “velha”.

Fiquei intrigada, mas esqueci de saber mais sobre ela na internet.

Aí o Glee fez uma versão da música. Continuei pensando que era úma música do passado.

Só que ela me pegou de uma maneira que eu queria ouvir mais vezes! Fui atrás e descobri que não era do Sting e nem era antiga. Era do artista belga-australianao Gotye e de 2011.

Comprei o cd (sim, sou antiga, compro cds, vocês já sabem) e gostei bastante das outras músicas, todas com algum arranjo instrumental peculiar. Mas nenhuma bate “Somebody that I used to know”, uma das melhores músicas do ano!

 

 

Você até esquece que ela é tão novinha…

Na primeira vez que eu ouvi a Birdy cantar, notei sua voz ainda adolescente e a lentidão das músicas.

Na segunda vez, já não achava que faltava ao álbum músicas mais “rápidas” ou “animadas”.

Na terceira vez, estava adorando os arranjos de voz sofisticados com que essa garota de apenas 16 anos me brindava.

Na quarta vez, eu sabia cantar os refrões, achava as músicas bem distintas entre si e cada uma me tocava de uma maneira diferente.

Encontro-me na centésima escuta do cd e cada vez mais aprecio o trabalho da inglesinha Birdy.

 

Era para adorar, mas não passou do gostar

Eu queria amar a banda. Queria ter descoberto mais um cd incrível, daqueles que eu ouço por anos a fio sem enjoar.

Pena que não foi o que aconteceu.

A novíssima banda americana Sucré é composta de 3 artistas boa-gente e esforçados. Um deles é marido da minha blogueira favorita. A primeira música que eu conheci pareceu-me diáfana, meiga, como uma canção de ninar para adultos. E achei todas as outras seriam assim.

O problema é justamente este. Todas as músicas são iguais. E se “When we were young” é uma música boa, o resto do álbum não é marcante o suficiente para merecer a tecla “replay”.

Só torço para a banda conseguir muitos fãs, porque a história deles é bacana e eu os desejo sucesso!