rock

A pequena “passarinha” de novo

Vamos começar a semana com música??

Birdy lançou seu segundo álbum. O primeiro continua meu queridinho, mas “Fire within” também achou um lugar no meu coração.

As músicas passam a ser de autoria da adolescente inglesa. O estilo é um pouco mais eclético que o álbum de estréia e a voz um tantinho mais adulta. Ainda assim, aquele “quê” de voz juvenil que tanto que agradou continua firme e forte. Piano lindamente tocado, voz deliciosa… não precisa de nada mais.

Ainda é cedo

Eu relutei para entrar na adolescência – queria ser criança por mais tempo. Muito mais divertido brincar, levar lancheira na escola e usar roupa da Pakalolo do que cumprimentar as amigas com dois beijinhos, ter que mudar o guarda-roupa e fazer pose. Só que o tempo não para e percebi que não adiantava lutar contra os novos tempos.

Adorava New Kids on the Block e outras bregueiras da época. Senti-me muito adulta quando passei a gostar de Nirvana. O rock nacional resumia-se a poucas músicas dos Titãs. Demorei para conhecer o que de muito bom o rock de Brasília tinha a oferecer. Só com meus 16 anos fui saber como Legião Urbana era bom. Extremamente bom.

O desencontro fez com que eu começasse a gostar das músicas da banda justamente quando o Renato Russo morreu. Bad timing. Pelo menos o Legião foi constantemente tocado e cantado nos luaus na praia e eu pude viver esse mito do nosso rock.

Fonte 1

Fonte 1

Com empolgação maior do que eu imaginava ter, assisti ao filme “Somos tão jovens”, que traça a juventude de Renato Manfredini Junior (o Renato Russo) e o começo de sua carreira musical, primeiro com o Aborto Elétrico e depois com o Legião Urbana.

Thiago Mendonça está perfeito no papel, com a voz grave de Renato e, o que eu imagino, todas as crises, reflexões, processos criativos e doces loucuras que os gênios experimentam. Ah, sim, ouso dizer que se trata de um gênio – não ao estilo de um Leonardo da Vinci, mas um gênio do rock!

O filme é muito bom. Confesso, entretanto, que não sei afirmar se alguém que não goste da banda vai gostar. Assisti como se fosse a um show da banda e por isso minha percepção está inegavelmente afetada. Assistam e depois me contem se o filme também agrada a quem não é fã.

Não é antiga!

A primeira vez que eu ouvi “Somebody I used to know” eu pensei que era uma música antiga. Do Sting. Então eu ouvi de novo na rádio uma meia hora depois e achei estranho repetirem uma música “velha”.

Fiquei intrigada, mas esqueci de saber mais sobre ela na internet.

Aí o Glee fez uma versão da música. Continuei pensando que era úma música do passado.

Só que ela me pegou de uma maneira que eu queria ouvir mais vezes! Fui atrás e descobri que não era do Sting e nem era antiga. Era do artista belga-australianao Gotye e de 2011.

Comprei o cd (sim, sou antiga, compro cds, vocês já sabem) e gostei bastante das outras músicas, todas com algum arranjo instrumental peculiar. Mas nenhuma bate “Somebody that I used to know”, uma das melhores músicas do ano!

 

 

Música – John Mayer

Se tem um músico com uma voz sexy, esse alguém é o John Mayer. A voz dele vai derramando como mel…

As letras são originais, melodias que ficam na cabeça, acordes que te transportam para um lugar bom. Algumas músicas te deixam com vontade de dançar, outras de namorar. Sabe quando você termina um cd e percebe que está sorrindo? Este é o caso.

Sua discografia até agora: Room for squares (envolvente),  Heavier things (não é tão bom), Continuum (maior influência de blues) e Battle studies (destaque para “half of my heart”). 

Parece que vem cd novo em 2012. Yes!

 

Música – Ellie Goulding

Ellie Goulding não somente é sensação na Inglaterra ou ganhadora de vários prêmios, como cantou no casamento de Willian e Katherine. Porém, sua maior conquista é não sair do replay do cd do meu carro :o)

A inglesinha tem uma voz infantil, que talvez não agrade a todos. Quem curte uma voz parecida com a da Dido, pode se aventurar. O álbum “Bright lights” tem 17 músicas e todas incríveis. A cantora não é forçada; pelo contrário, parece fazer sua música sem se preocupar com uma “categorização” exata de seu estilo. São músicas diferentes entre si, cada uma com seu tempero e que fazem a gente querer ouvir o cd mais vez.

 

Música: Florence + the machine

Tem uma turma nova de cantoras inglesas muito boas!

Eu sempre via fotos das roupas estilosas da cantora Florence Welch, só que ´não tinha batido a curiosidade de conhecer suas músicas. eu imaginava algo extremamente indie, que não iria combinar com meu gosto musical, que exige um pouquinho de pop nas canções.

Ainda bem que um dia eu parei de bobeira e ouvi essa banda incrível! As músicas são geniais e merecem diversas repetições no seu ipod: tem pitadas de pop, com um quê de bizarrice, um tanto de drama, combinação de voz firme+arranjos musicais inusitados.