Ganhei – livros

Neste aniversário eu ganhei cada presente lindo! Em especial do maridón e dos meus pais :-)

Mas como o blog é principalmente sobre livros, vou dividir com vocês as belezinhas letradas que me foram dadas:

Foto por Júlia A. O. Intervenção com o app abeautifulmess

Foto por Júlia A. O.
Intervenção com o app abeautifulmess

O meu irmão não quis errar e me perguntou o que eu queria: “Tigres em dia vermelho”. Obrigada, hermanito!

Duas das minhas melhores amigas (Bia e Teca) me deram 2 livros cada: dois da Fernanda Torres e dois de viagens de aventuras. Bom prognóstico!

Já minha cunhada Paula resolveu presenter a sobrinha com uma mãe mais bem informada: “Criando meninas”

Algo me diz que ainda tem mais um livrinho a caminho, da minha nova cunhada (será, Bru?)

Woody médio

Como vocês sabem, em AMO os filmes do Woody Allen (e não o próprio, que é esquisito demais para meu gosto).

Como ele escreve e dirige um filme praticamente todo ano, nem sempre ele acerta. E “Magia ao luar” é dessa leva fraca. E olha que tem o Colin Firth no papel principal!!

magia ao luarEle é um mágico que, além de famoso, desvenda médiuns trapaceiros. Dada sua reputação, é convocado por um amigo para ajudar uma rica família inglesa que está sendo enganada por uma bonita e jovem americana (Emma Stone). Ela é surpreendente nas suas previsões e visões, o que torna complicado o trabalho do mágico.

Os cenários do filme são espetaculares (Provence, na França). Já a história é simples demais, arrastada demais, com poucas tiradas hilárias que são a marca do cineasta. Não chega a ser um filme ruim, mas também não empolga.

“Nadando de volta para casa”

O inferno astral me perseguiu até nos livros!

O que começou como uma boa indicação de uma revista feminina (acho que era Cláudia) terminou como um triste abandono de leitura.

Foto por Júlia A. O.

Foto por Júlia A. O.

“Nadando de volta para casa”, de Deborah Levy (Ed. Rocco), é um livro de diminutivos. Poucas páginas (pouco mais de 150). Capítulos curtos. Economia de palavras. Sem gracinha.

Joe, sua esposa Isabel, a filha Nina e mais um casal de amigos aluga uma casa de verão na França. Ao chegarem, deparam-se com uma moça nua na piscina. Kitty, ao invés de ser escurraçada, é convidada por Isabel para ficar no quatro extra. Mas Kitty não estava lá por acaso: é fã do poeta Joe e quer lhe mostrar um conto que escreveu.

O que poderia ser uma interessante história de infidelidade, descobertas da adolescência, casamento, é um aborrecimento. A narrativa não tem graça. Falta graça aos personagens ao ponto de seus destinos não me importarem. Ao ponto de eu abandonar a leitura! E olha que o livro é curto, eu poderia ter insistido. Mas não.  Simplesmente não dava.

Inferno astral

Não sou muito supersticiosa, mas acredito em inferno astral. Naqueles dias terríveis antes do seu aniversário, que evaporam tão logo chega o dia de celebrar seu nascimento.

Eu crente que ia passar ilesa neste ano. Meu aniversário logo ali, na esquina. E eu livre das chatices! Não adianta comemorar antes do tempo. O inferno astral veio nos 45 do segundo tempo.

Filha com virose. Jantar de comemoração com o marido cancelado. Trabalhar à noite. Mau humor matinal. Pilhas de roupas acumuladas que eu nem vi.

Por outro lado, o inferno astral foi equilibrado por um engraçadíssimo encontro com minhas amigas, descobrir que minha tese está sendo estudada por outros (achei que ninguém nunca tinha lido!), assistir a mais um capítulo de um seriado com meu marido (ah! A alegria de quem não tem tempo livre!), ser informada de uma linda gravidez de gêmeos de uma pessoa que será ótima mãe e uma boa massagem.

Além do meu aniversário, que logo está aí. E, como vocês sabem, eu adoro fazer aniversário!

O que tenho assistido – seriados 2014

Vida de mãe é assim: aquela delícia de seguir os seriados fica impossível. Netflix salva. Amiga que empresta box de DVD salva. Pai e mãe que emprestam também salvam.

Já acabei a quarta temporada do amado-idolatrado-salve, salve Dowton Abbey e aguardo ansiosamente pelo próximo. Estou super atrasada em The Good wife, parei no meio da terceira temporada e estou maluca que não arrumei como correr atrás do prejuízo (alguém aí tem para emprestar, doar, presentear?). Quando consigo, vejo um episódio aqui e acolá de um dos seriados que mais me faz rir, The Big Bang Theory. E espero a Netflix brasileira disponibilizar todos os capítulos da nova temporada do suspense de roer as unhas The Killing.

E de novidades?

mr selfridge

Comecei a assistir a Mr. Selfridge acreditando ter encontrado uma pérola.

Que máximo, a história do visionário criador da loja de departamento inglesa Selfridges nos anos 1910!

Ainda que as tramas secundárias sejam interessantes, assim como a ambientação e as ideias do empresário, o ator principal (Jeremy Piven) é tão, tão chato, tão, tão forçado, que não passei do quarto capítulo.

midwifeEntão apostei em Call the midwife, dica da minha mãe. Foi justamente o contrário. Não estava muito empolgada e quase desmaiei com o parto natural no primeiro capítulo. Sou molenga mesmo. Comentei com minha mãe. Ela recomendou: “insista”. A gente obedece ao conselho de mãe e se dá bem: no segundo capítulo eu já estava adorando. Ainda quero fechar os olhos nas cenas de partos em casa em casas inglesas paupérrimas e imundas. Mas a parte da vida das parteiras, que se dividem em mocinhas solteiras e freiras, é singela, comovente e engraçadinha.

americansPor fim, no meio termo entre empolgação e relutância, assisti a The americans com meu marido (uau, evento único, toquem trombetas! Ele não tem muito tempo para televisão.).

Eu adoro a Keri Russell, então já é meio caminho andado. E a trama diferente do que se vê por aí nos seriados me fisgou. Dois espiões russos, que vivem há mais de uma década nos Estados Unidos dos anos 80, como se americanos fossem. Muito bom!

Dia das crianças – dê um livro!

Para o dia das crianças que se aproxima, minha dica é…óoooobvia! Dê um livro!

Foto por Júlia A. O.

Foto por Júlia A. O.

Meu conhecimento de livros infantis é dividido entre o que eu gostava na infância e o que estou aprendendo com minha filha. O que eu gostava quando bem pequena eu não me lembro! Ahah! Por isso, se quero indicar algo para bebês, é com base na experiência atual.

Para crianças até 3 anos, há uma coleção da Companhia das Letrinhas, chamada “Pra ler e tocar”, muito fofa! Há portinhas para puxar, pelos dos bichos para acariciar, sopa grudenta para tocar… Além de divertidas experiências sensoriais, as ilustrações são bem coloridas e boas para os que estão começando a ter contato com a leitura.

Os que temos aqui em casa são “Cachinhos dourados” e “Chapeuzinho vermelho”. Fazem o maior sucesso!

E confesso que eu também me divirto com eles…

Foto por Júlia A. O.

Foto por Júlia A. O.

É só disso que os homens falam?

homens falamSe for com base no filme “O que os homens falam”, chega-se a triste conclusão de que as conversas dos homens adultos giram em torno de traição e fracassos. O homem casado, pai de uma criança, que quer seduzir uma colega. Dois amigos que não se vêem há anos e aproveitam o reencontro para falar do quanto a vida deles está ruim. Um marido traído que segue a esposa.

Um retrato bem deprimente, eu diria.

Eu e meu marido escolhemos o filme com base em um de seus atores: Ricardo Darín. E ele está muito bem no papel, como sempre. O duro é que os episódios sobre as conversas masculinas (ou sobre o que os homens não falam) são muito chatos. Cansativos. Desinteressantes. Em resumo, uma perda de tempo.